quarta-feira, 11 de maio de 2011

No, we can't. So, shut up!

WTF is going on?! O mundo todo resolveu criticar a atitude americana de invadir o Paquistão e matar o Osama. 
O correto seria entrar no país com a devida permissão, prender o terrorista, julgá-lo e, como ovbiamente seria condenado, após tudo isso, executá-lo.
Tomo a liberdade de questionar: teria dado certo isso? 
Seria bastante complicado manter o sigilo da operação pedindo autorização para "invadir" o Paquistão [olha, rimou!].  
Se já é sabido que o Bin Laden seria condenado à pena de morte, pra quê toda a função de prisão, julgamento etc?! Só serviria para aumentar o caso. Serviria para dar chance de fuga. Serviria para trazer transtorno para o território norte-americano. Imagine a tensão de ter que manter o maior dos terroristas preso. 
Acompanham meu raciocínio?
É de praxe essa praticidade americana. Ou este pragmatismo (como li em algum texto de sociologia na escola). 
O país defensor da democracia invade países e mata pessoas; inicia guerras. E isso curiosamente vem dando certo...
Defendo os Estados Unidos. Sim, defendo. Admiro o país, as pessoas, a história, muitas coisas que vem de lá.


Na última edição do programa CQC, o quadro Identidade Nacional [ou internacional, no caso] mostrou um brasileiro jogando lixo no chão do Central Park para observar a reação da população americana. Alguém tinha dúvidas? O americano, além de questionar a atitude do turista mal educado (personagem), juntou o lixo para jogá-lo na lixeira.
Uma salva de palmas.
Em muitos outros países as pessoas não fariam o mesmo, e confesso que nem eu faria. Eu não juntaria o lixo de outra pessoa, porque eu me sentiria uma idiota ao fazê-lo. Lá, nos Estados Unidos, ou em lugares onde a população já tem esta atitude como um hábito, eu me sentiria apenas uma cidadã cumprindo meu dever na sociedade.


[Faltou a imagem da estátua da Liberdade que minha internet não carregou, amanhã tento colocar]

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